Este poema faz parte do livro que estou finalizando e espero que antes de janeiro eu tenha posto um ponto final nele. Ele se chama: Julia e Emily vão ao mundo do tudo pode.
Amores de minha lua
Apraz-me contemplar-te
És-me atroz ver-te afugentar
Sei que tu a mim,
Não tem por único a dar de amar
Almejo um desejo sem fim de ser somente eu,
Que tu tens voltado o benevolente olhar
Muitos aos seus pés hão de se prostra
Muitos dela hão de se afugentar
Somente quem buscar o teu doce amar
Terá em ti a essência do prazer de contigo sonhar
Digo com bastante euforia
Vinda da prudência de meu amor
Que a ti se faz ar que me faz viver
Alentando de vida meus dias festivos
Sempre tua presença se faz urgente
Pois que, se ela é meu vício
Não posso eu esquivar minh’alma
Que seja assim
Pois assim caminha meu querer:
Amar-te
Amores de minha lua
Apraz-me contemplar-te
És-me atroz ver-te afugentar
Sei que tu a mim,
Não tem por único a dar de amar
Almejo um desejo sem fim de ser somente eu,
Que tu tens voltado o benevolente olhar
Muitos aos seus pés hão de se prostra
Muitos dela hão de se afugentar
Somente quem buscar o teu doce amar
Terá em ti a essência do prazer de contigo sonhar
Digo com bastante euforia
Vinda da prudência de meu amor
Que a ti se faz ar que me faz viver
Alentando de vida meus dias festivos
Sempre tua presença se faz urgente
Pois que, se ela é meu vício
Não posso eu esquivar minh’alma
Que seja assim
Pois assim caminha meu querer:
Amar-te
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