sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Indigências da vida

Deveria de ser uma indigência da vida
A bondade que nos cerca a alma

Devia ser constante este sentimento
Deveria ser dividido e ensinado

Tornar-se-á fácil ser bom
O dia que todos estiverem em paz

Mas é nas atribulações
Que devemos cingir
Nossos corações desta bondade

Capitanear o barco
Que enfrentas a tormenta do dia nevoado
Tomar as rédeas do mal
E pôr em terra bendita a razão

A bondade que nasce de Deus
Saber tê-la como lanterna para guiar
Os passos errôneos que se deixam ir além

Com os olhos tapados
Longe do que é sereno a alma
E turvando-se o caminhar ao precipício da vida

Mas lá o lume divino se faz presente
E é amparo pro teu ser
Que te faz retornar ao caminho de bondade

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